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_nijinski's lovechild.
16 July 2008 @ 03:31 am
excuse me
but i just have to
explode
explode this body
off me


i'll be brand new
brand new tomorrow
a little bit tired
but brand new
 
 
_nijinski's lovechild.
16 July 2008 @ 03:13 am
ah, mas como é lindo ser a filha pródiga que volta procurando em minha porta o que o mundo não te deu. não vou nem mencionar o que houve nos últimos meses, porque é sempre tão lindo, tão triste, tão efêmero, sempre uma semente que brota do chão e que eu rego com tanto esmero, apenas para logo depois tornar-se espinheiro, então, bem. vou deixar essas coisas quietas, armazenadas em gavetas secretíssimas, porque suas pontas são tão agudas que ainda me perfuram a pele só de pensar.
mas enfim, mas enfim.
natália ainda dialoga com suas criações surrealistas, os pardais ainda cantam nos fios de eletricidade, os mortos ainda sopram balões e eu ainda estou aqui: a little punctured, a little heartbroken, but not forever and not for long.
 
 
_nijinski's lovechild.
04 February 2008 @ 02:58 pm
(pequena declaração beckettiana)

nós estamos se posso acreditar nas cores que forram a grama esmeralda estamos velho sonho de flores e estações estamos.
 
 
_nijinski's lovechild.
24 January 2008 @ 12:20 am
quando você vê um vagalume e o deixa livre, você ganha três dias de sorte.
quando você ouve uma música bonita, os mortos sopram balões de aniversário.
quando você encontra uma libélula morta, haverá um anjo de libélula protegendo você pelo resto da vida.
quando um menino bonito sorri, todos os dentes-de-leão do mundo disperçam-se no ar como notas musicais em uma sinfonia.

(é preciso acreditar em alguma coisa.)
 
 
_nijinski's lovechild.
19 January 2008 @ 09:01 pm
hoje não dormirei novamente. vou fazer chá e ler meu novo thomas mann até a última página; porque não é mais possível ficar aqui -- ouvindo a chuva suicidando-se contra o telhado, a televisão fazendo-se aquário e geladeira, a minha incapacidade de lidar com o vazio.
sim, é claro, escrever a vida de natália seria uma ótima idéia, mas me aterroriza pensar em transformá-la na anomalia que eu sou; ela se torna, como uma margarida que abre as pétalas cerimoniosamente, insuportavelmente -- eu mesma. jamais faria isto com alguém. ela até mesmo já tem alucinações fantasiosas.
então vou viver, por algumas horas, a vida de outra pessoa, alguém para quem o sol sorri. (não que isso seja compatível com thomas mann, mas ainda assim, só o que eu quero é não ser mais is-to, esta car-ca-ça lamentável, um milhão bilhão trilhão de sonhos quebrados e lagriminhas em alegre sublimação, apenas para logo precipitarem-se novamente.) é tudo tão lento e desgastante, um ciclo hidrológico tão melancólico e inevitável.
(e, no entanto, daqui a uma hora, um pouco mais-um pouco menos, estarei sorrindo de novo, atirando flores como quem respira.) i'm Faithless, the wonderboy.
 
 
_nijinski's lovechild.
02 January 2008 @ 12:49 pm
ai. devido a problemas técnicos no cérebro desta pobre pseudoescritora, está tudo uma bagunça. pedaços de tudo caídos por todos os lados, acumulando-se, corvos empoleirados nas janelas rindo como se fosse primavera-no-milharal.
ai de mim, ai de mim.

vou comprar cigarros e amanhã resolvo tudo.
 
 
_nijinski's lovechild.
02 January 2008 @ 12:47 pm
it's too late to say i miss you, victor ching
and you are on your way to stafford in uk
i know it's too late to say i'm fond of you,
you got a girl from singapore, who you didn't like before.


):
 
 
_nijinski's lovechild.
08 December 2007 @ 12:09 am
(sounds of someone i love who's going away and it doesn't matter)

tudo aquilo passou, como um filme. e agora não há mais chão nenhum, nenhuma realidade triste para me manter sonhando alto demais. só consigo pensar em nuvens azul-céu-de-neon, com estrelas penduradas, cuspindo glitter, que, de tão leve, acaba aderindo às membranas celestes, sem chover.
(como um sonho não-realizado, algo assim, não sei, talvez menos triste do que parece.)
afinal, eu não me sinto triste, ao menos não por mim: o problema é ele, que continua com aquele ar de menino-sozinho, mesmo com ela segurando sua mão. ela não segura direito. ela é volátil demais, mas apenas por fora; ele é o contrário: discreto e uncomplaining como uma árvore, mas volátil por dentro, frágil demais, uma folha de papel de arroz. não se pode tratá-lo assim, deve-se segurá-lo com as duas mãos, e bem próximo, tendo o cuidado para não quebrar suas asas de colibri -- do contrário, ele fará o que ele faz, agora; ele se finge de paisagem, se fecha em um círculo sozinho, nunca está onde deveria estar.
não por mim, nunca mais por mim, mas por ele; por ele ainda estar tão sozinho.
eu poderia ter feito alguma coisa, mas ela chegou primeiro, e sem compreender nada. quem sabe ela aprenda a tempo, e ele fique finalmente bem. espero que sim, espero realmente que sim. que ela não o machuque, e nem o contrário.
não faz sentido, eu sei, mas é que ele é tão parecido comigo que ás vezes eu nos confundo, e isso quer dizer que, se ele encontrar uma pessoa que o trate do jeito certo e faça sorrir aliviado, como se nunca tivesse havido nenhuma dor em toda a história do mundo, então é porque eu também tenho uma pequena chance. enfim.
 
 
Current Music: air a danser . penguin cafe orchestra
 
 
_nijinski's lovechild.
23 November 2007 @ 11:49 pm
oh, as pessoas são tão terríveis. as pessoas, não: a pessoa.
ontem escrevi algo tão bonito, tão bonito, que se alguém escrevesse algo assim para mim eu provavelmente cairia de joelhos na hora, brotando açúcar das artérias, completamente vulnerável e quase servil. para sempre.
mas aí a pessoa vai e prova que não merece: não, nenhuma linha.
mas isso já não faz diferença porque o que eu escrevi já se volatizou durante a última madrugada, criando penas, de tanto que falei de pássaro, do meu-querido-pássaro que ele sempre será, e isso é irreversível, mesmo que. bem.
as linhas já não são deles e nem minhas (tenho pra mim que nunca foram de ninguém), but he'll always be my own jailbird.
 
 
_nijinski's lovechild.
18 November 2007 @ 06:30 pm
minha mãe me comprou um vaso de rosados cravos de açúcar para levar para a nova casa, desde que, segundo ela, uma casa sem flores é uma casa triste.
mas a nova casa será sempre triste; mesmo quando até eu estiver feliz. ela é tão pequena, fotografável, melancólica. há uma poltrona verde-água absolutamente vintage no canto da sala; há um grande espelho; há janelas que permanecem fechadas; há um hospital muito antigo, bem do lado, e seria tão doce se eu pudesse ouvir os últimos murmúrios das menininhas que dormem em plumas, na ala dos queimados.
é quieto, lá: é bom. é perto de tudo e posso caminhar para qualquer direção e encontrar alguma coisa minimamente divertida. mas é uma casa triste, mesmo assim, mesmo com todos os cravos e rosas e glicínias e hidrângeas que minha mãe pretende levar para lá.
acho que ela tem medo de que eu pule pela janela, mas eu nunca faria isso.
acho.
não, nunca.
de qualquer forma, gosto de lá porque posso sentar na poltrona e fumar mil cigarros e ler mil livros e escrever mil páginas, pois não há nada a ser feito, e nenhuma das outras garotas conversa muito. que bom.

mas, ora, flores: apenas se fossem mandadas anonimamente lá para a nova casa, com um cartão para mim, escrito aquilo como naquele poema que eu não me lembro, mas está no livro things that quicken your heart, e ela se pergunta oh-um-milhão-de-vezes por que ele não lhe manda os sentimentos mais ternos e as flores mais coloridas e tudo o que há de doce no mundo, com um cartão que dissesse assim:

lover to lover
no touch
no kiss
but, forever and ever,
this.

assim, e só assim: flores.
 
 
_nijinski's lovechild.
07 November 2007 @ 11:22 pm
the music box diaries; uma peça em dois atos )
 
 
_nijinski's lovechild.
06 November 2007 @ 04:34 pm
belo dia para não conseguir respirar direito. estou lenta, demoro horas para desenvolver uma linha de pensamento de apenas alguns milímetros -- não sairei voando pela janela hoje, isso é certo.
sorriram para mim, hoje.
um milhão de páginas coladas na minha parede, um pouco acima da cama: são pequenos exertos escritos das dores que eu não posso esquecer. não posso errar igual novamente, compreende? mas posso sempre olhar para cima e ver tudo o que um dia foi e não é mais, e como foi terrível, terrível, mas agora posso sorrir como um canário cujas asas arrancadas cresceram novamente. i'm still standing. e há bukowski; e há wilde; e eu estou sozinha com eles em nuvens de espuma e firmes teias de aranha. e logo haverá mais, e todos segurarão minhas mãos.
mas sorriram para mim hoje e eu não entendo como ele pode deixar que outras pessoas sorriam para mim desse jeito tão picolé no verão. eu sei que é tudo muito difícil, mas, se eu pudesse falar, pediria que ele fosse mais óbvio, muito mais óbvio do que ele já é -- só para eu saber que não devo sorrir para mais ninguém.
 
 
_nijinski's lovechild.
02 November 2007 @ 04:14 pm
What will grow quickly, that you can't make straight
It's the price you gotta pay
Do yourself a favour and pack you bags
Buy a ticket and get on the train
Buy a ticket and get on the train

Cause this is fucked up, fucked up
Cause this is fucked up, fucked up

People get crushed like biscuit crumbs
And laid down in the bed you made
You have tried your best to please everyone
But it just isn't happening
No, it just isn't happening

And it's fucked up, fucked up
And this is fucked up, fucked up
This your blind spot, blind spot
It should be obvious, but it's not.
But it isn't, but it isn't

You cannot kickstart a dead horse
You just crush yourself and walk away
I don't care what the future holds
Cause I'm right here in your arms today
With your fingers you can touch me

I'm your black swan, black swan
But I made it to the top, made it to the top
This is fucked up, fucked up

You are fucked up, fucked up
This is fucked up, fucked up

Be your black swan, black swan
I'm for spare parts, broken up
 
 
_nijinski's lovechild.
20 October 2007 @ 11:30 am
(oh!)

messy, depressed, introverted, feels invisible, does not make friends easily, nihilistic, reveals little about self, fragile, dark, bizarre, feels undesirable, dislikes leadership, reclusive, weird, irritable, frequently second guesses self, unassertive, unsympathetic, low self control, observer, worrying, phobic, suspicious, unproductive, avoidant, negative, bad at saving money, emotionally sensitive, does not like to stand out, dislikes large parties, submissive, daydreamer

ou seja:

Advanced

Global Personality Test Results
Extraversion |||| 20%
Stability |||| 16%
Orderliness |||| 20%
Accommodation |||||||||||||||||| 76%
Interdependence |||||||||||||| 56%
Intellectual |||||||||||||||||| 76%
Mystical |||||||||||||||||| 76%

Artistic |||||||||||||||||||| 90%

Religious |||||||||||||||||| 76%

Hedonism |||||||||||||||||||| 83%
Materialism |||||||||||| 43%
Narcissism |||||||||||||| 56%
Adventurousness || 10%
Work

ethic
|||||| 23%
Self absorbed |||||||||||||||||||| 90%
Conflict

seeking
|||| 16%
Need to

dominate
|||||| 23%
Romantic |||||||||||||||||| 76%
Avoidant |||||||||||||||| 70%

Anti-authority |||||||||| 36%

Wealth |||||||||||| 43%
Dependency |||||||||||||| 56%

Change averse |||||| 30%
Cautiousness |||||||||||||||| 70%
Individuality |||||||||||||||||| 76%
Sexuality |||||||||||| 43%
Peter pan complex |||||||||||||||| 63%
Physical

security
|||||||||||||||||||| 90%
Physical

Fitness
|||||||||||||| 57%
Histrionic |||||||||||||| 56%

Paranoia |||||||||||||||| 70%

Vanity |||||||||||||||| 70%

Hypersensitivity |||||||||||||||||||| 83%
Indie |||||||||| 35%
Take Free Advanced Global Personality

Test

personality tests by

similarminds.com
 
 
_nijinski's lovechild.
19 October 2007 @ 09:16 pm
passei a manhã toda sobrevivendo a base de dos eflúvios imaginários que se desprendem daquele amabilíssimo casaco verde, e escrevendo como uma maluca no caderno azul, milhares de linhas tortas como linhas de chantilly azul sobre um pálido bolo parkinsoniano: "feliz aniversário", sem que se possa sequer ler o que está escrito.
ontem eu me dei conta de que é perfeitamente possível ficar bem; mesmo com a minha instabilidade, as obsessões efêmeras, as moscas deitando rosados ovos sobre meus doces favoritos, os dias maravilhosos de arco-íris seccionados, tudo. porque ele existe -- nada pode mudar isso. mesmo que coisas ruins aconteçam, ele existe e isso é lindo, porque é lindo que existam pessoas assim, ainda, pessoas absolutamente amáveis, e tão terríveis quanto eu.
oh -- eu sei que sou uma platônica bobona, e que o platonismo nada mais é do que (como era mesmo?) puro egocentrismo, porque a pessoa projeta no objeto de afeição uma face idealizada de si mesma, mas eu posso jurar por qualquer coisa como sei que não estou idealizando nada. só ajunto pedaços de realidade e construo pequenos castelos de marshmallow -- mas ainda que os castelos sejam puramente ficionais, suas partes são reais e palpáveis.
e o mais inexplicável é que ele é totalmente banal, com aquele sorriso absolutamente banal, uma simples linha curva em seu rosto; mas é em sua obviedade que ele é mágico -- porque ele só é óbvio para mim. é daí talvez que vem a agradabilíssima sensação de familiaridade que eu sinto quando o vejo; é como se eu já soubesse todos os seus porquês, que são perfeitamente simétricos aos meus porquês.
(estou me precipitando novamente?)
é que ele me faz tanto sentido.
nem preciso ver seus dentes para saber quando ele está flying inside.
 
 
_nijinski's lovechild.
18 October 2007 @ 11:59 am
eu sou assustadora.
e gorda, gigantesca.
portanto, assustadora.

foi por isso, eu aposto, que ele se escondeu dentro de sua própria bolha, olhando para todos os lados menos para mim. oh, é claro que eu fiz isso também. porque eu sou ainda pior, sou a mais medrosa de todas. me escondi atrás da coluna e esperei que tudo aquilo acabasse logo, sem nenhuma palavra, sem nada, apenas: quero sair daqui, quero sair daqui, quero sair daqui.
eu não sei o que aconteceu. alguém explique o que aconteceu, por favor.
porque eu travei e ele travou e correu para longe e todos ficamos travados como engrenagens enferrujadas em um boneco de corda.
não, não estou explicando direito. foi assim:
ele realmente se levantou do animado grupo que formava uma roda e se sentou em um banco, mais longe, olhando para baixo e para o outro lado e começando conversas inaudíveis e visivelmente forçadas com outras pessoas.
eu sou assustadora. assustadora, gorda, gigantesca, um monstro. e eu nem queria tanto assim, eu já não exijo muito; eu só queria, com todo o meu coraçãozinho de espuma (que se dispersa e destrói com um sopro; uma ventarola -- e já estou doendo), que ele existisse para mim, e que eu existisse para ele. apenas isso, e existir é tão fácil, tão incrivelmente simplório que até mesmo colheres existem, e guarda-chuvas, e comprimidos antipsicóticos. seria tão conveniente existir para ele como uma coisa efêmera que se olha de longe e é o bastante.
mas, não.
me tornei um réptil imenso que destrói uma cidade ao som de tchaikovsky.

ps: que ele fez de suas roupas verdes? por que azul, preto, branco? que cores são essas? o que está acontecendo? se ele aparecer com algo laranja, precisarei tomar uma providência, pelo bem dos meus sentimentos quase inexpressivos.
 
 
_nijinski's lovechild.
13 October 2007 @ 10:49 am
não dormi nada-nada.
assisti a três filmes no hsbc, e um deles era terrível mas os outros dois eram tão bons que até compensavam.
cheguei aqui e minha mãe comprou rosas vermelhas e seilaoquês azuis.

MEMORY SONG
i forget.
oh-oh-oh-oh.
i forget trees.
oh, trees.
birds.
oh, trees.
birds.
coffee!
do you remember?
do you remember?
do do do do do your remember?
lalalalalalalala.
oh-oh-oh-oh.
wah-ah-ah-ah-ah-ah.
i forget my bird.
my bird my bird my bird my bird my bird.
trees.
birds.
champagne.
watch
football.
do you remember?
candle light!
do you remember?
oh-oh-oh-oh.


só o john cage para me fazer sorrir agora. (:
 
 
_nijinski's lovechild.
12 October 2007 @ 04:24 pm
crianças apitam e estouram seus brinquedos novos por toda a rua; bonecas perdem os braços, cadeiras há viradas na calçada, balões murchos como corações tristonhos, restos de bolos excessivamente açucarados, sapatos solitários.
minha nova coisa favorita: ouvir sound of someone you love who's going away and it doesn't matter, da penguin cafe orchestra, e sentir muita pena de mim mesma, por razão alguma. as janelas fechadas, os copos d'água, os comprimidos, os cigarros: tudo isso cria uma incrível atmosfera de falsa decadência. assisto meus filminhos da sofia coppola, ando pelo quarto sem motivo como um peixe de aquário que dá voltas e voltas apenas pelo prazer de voltar ao mesmo lugar e ver que: sim, nada mudou, ainda tenho minhas barbatanas de ouro, ainda sou um prêmio barato de parque de diversões.
adoro essas melancolias de fim de tarde, de verdade. é inexplicável como me sinto melhor, com elas.
 
 
_nijinski's lovechild.
11 October 2007 @ 10:47 am
não perca o próximo capítulo. ensinaremos como inventar ótimas desculpas para o seu professor de história do cinema e conseguir entregar o trabalho com uma semana de atraso. retórica é poder, meu amigo. nada como procrastinar como uma mosca. (:
 
 
_nijinski's lovechild.
11 October 2007 @ 10:44 am
(era uma vez um trabalho de história do cinema que eu não sei/quero fazer.)


how do you solve a problem like nina?

sorria; suspire; cheque seu horóscopo; coma um (01) chocolate snickers e dois (02) pacotinhos de club social; ligue a tevê e assista tiny toons, cantando junto e dançandinho no tapete.


how do you (don't) solve a problem like nina?
chapter two.

resolva compensar as horas perdidas de ontem acordando bem cedo e indo para são paulo procurar livros para resolver o problema; não encontre nenhum livro; mas aproveite que você está na biblioteca e leve um livro da colette e seja feliz lendo-o o dia todo, alternando com hemingway e capote, já que agora tudo está perdido mesmo.
 
 
 
 

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